Nos Andes

Fui até aos Andes (ou qualquer coisa por ali próximo) Passei por mei das ruínas… O chão era acimentado, mesmo para turista
Passei numa sala para ver as ruínas Havia uns chineses, japoneses, qualquer humano amarelado de olhos em bico a filmar. Apontava a câmara para o malmequer e “varreu” o resto da sala apontando para os amigos e depois saiu
Do lado direito… tipo parede de casa em ruínas Do lado esquerdo era uma montanha Havia um malmequer desenhado na cerâmica, em baixo-relevo, a cores No meio uma mensagem qualquer numa língua desconhecida…
Agarrei na máquina fotografica
Apontei ao malmequer Modo macro e a lente faz um pouco mais de zoom (uma cena qq estranha)
Coloquei o dedo ao lado para se ter a noção do tamanho
Tiro a chapa e só fica o dedo
Tiro outra e a mesma coisa…
Tiro a mensagem e tudo ok…
Vamos embora
Mas resolvo voltar por causa do … do malmequer (ou qq coisa da família)
A sala passa a ter uma mesa e um banco
Cheia de agua até ao joelho
Um belo de um cãocrodilo a passar no fundo e, como passou por lá algum construtor civil português, está pintada de creme.. toda…
Como ainda está fresca e está bastante húmido resolvo retirar a tinta para, ao menos, devolver a beleza original da coisa antes da passagem do trolha português
O crocodilo é bastante calmo embora eu ande a passear por cima de um banco que está a boiar (mas tb é estável)
Consigo retirar uma série de tinta de modo a ver a cor da dita flor e a mensagem
Acordei.

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